sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Foi um crime encomendado, diz primo de juíza assassinada no RJ

A juíza Patrícia Acioli, assassinada na madrugada desta sexta-feira (12) em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, era considerada uma profissional 'linha dura'. Para o primo da vítima, Humberto Nascimento, não há dúvidas que se trata de uma execução. 
"A Patrícia recebia ameaça. Há pelo menos 5 anos ela vinha sendo ameaçada. Ela era considerada uma juíza linha dura, martelo pesado que chama, com condenação sempre na pena máxima. Ela tava assim tão despreocupada que o carro dela não é blindado, (a casa) também não tem portão eletrônico, quer dizer ela iria sair do carro de qualquer maneira para abrir. Então já era uma coisa encomendada, foi coisa de profissional", diz o primo da vítima, Humberto Nascimento.
Patrícia foi morta quando chegava em casa, em Niterói. Seu carro foi atingido com pelo menos 16 tiros. Os disparos teriam sido feitos por criminosos em dois carros e duas motos. O grupo fugiu. O veículo passa por perícia na Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, que está à frente das investigações.

Postado por: Aline Henriques e Ana Karolina

Nenhum comentário:

Postar um comentário