MP e procurador-geral de Justiça pedem que greve seja considerada ilegal. No dia 12 de setembro, um juiz declarou extinta ação com o mesmo pedido.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) recebeu nesta quinta-feira (15) uma nova ação civil pública do Ministério Público que pede declaração de ilegalidade para a greve dos servidores da educação do estado. Segundo a assessoria do TJMG, o desembargador Roney Oliveira, da 2ª Câmara Cívil, recebeu a ação. Outro processo, com o mesmo pedido, foi extinto na segunda-feira (12) porque o juiz se julgou incompetente para decidir sobre o mérito, que envolve o governo do estado.
A decisão sobre a legalidade da greve pode ser tomada nesta sexta-feira (16), segundo previsão do tribunal. Ainda de acordo com a assessoria do TJMG, a ação coletiva, que parte do Ministério Público e do procurador-geral de Justiça Alceu Torres, foi ajuizada após a percepção de que não haveria acordo entre governo e o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do estado (Sindi-UTE/MG) .
Nesta quinta-feira (15), data em que a greve completou 100 dias, a categoria se reuniu em assembleia e decidiu manter a greve. A continuação foi anunciada durante uma reunião no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Lourdes, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Em seguida, os servidores saíram em passeata pelas ruas da capital.
Fonte/Mais Informacões:g1.com.br
Postado por:Leonardo Lopes
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